terça-feira, 7 de junho de 2011

As Verdadeiras Epidemias

Estas é que são as verdadeiras epidemias:

- CANCRO/CANCER - 7 milhões de mortos por ano

- AVC - 6 milhões de mortos por ano

- SIDA/AIDS - 33 milhões de infectados / 30 milhões de mortos por ano

- DIABETES - afeta 285 milhões / 438 milhões até 2030

- TUBERCULOSE - 9,4 milhões de infectados / 1,7 milhões de mortos por ano

- HEPATITE C e B - 200 milhões de afetados

- FUMO (TABACO) - 6 milhões de mortos por ano (10% são não fumadores)

- MORTES DE TRÂNSITO - Considerada uma epidemia pela OMS (Organização Mundial de Saúde), mata mais que a malária e a tuberculose. A quantidade de dinheiro gasto pelos governos mundiais com acidentes de trânsito (trânsito lento, ou parado; remoção de destroços; tratamento dos acidentados; etc.) está sendo um dos grandes problemas económicos mundiais.

7 comentários:

Anônimo disse...

CANCRO/CANCER

O cancro já é considerado a epidemia do século XXI. No entanto não é uma doença contagiosa (com algumas excepções como o vírus do papiloma).

- AVC

Tal como o cancro, não é uma doença contagiosa.

- SIDA/AIDS

Esta sim é uma epidemia (foi considerada epidemia nos anos 80 do século XX). Está em decréscimo acentuado em todo o mundo, com excepção de meia dúzia de países africanos, o que leva a ONU a acreditar ser possível erradicar a doença.

- DIABETES

Outra epidemia, mas como o cancro, não é contagiosa.

- TUBERCULOSE

Já foi epidemia, já deixou de o ser, hoje em dia estão a discutir se volta a estado de epidemia. A tuberculose tem muito pouca expressão nos países desenvolvidos (muito por mérito dos antibióticos), mas o aparecimento de estirpes resistentes aos antibióticos pode dar novo fôlego a uma doença que há mais de 40 anos que estava "controlada".

- HEPATITE C e B

O número de novas infecções está a diminuir vertiginosamente por todo o mundo.

- FUMO (TABACO)

Tal como o cancro, não é uma doença contagiosa. Acresce que se têm tomado inúmeras medidas por parte dos países ocidentais para diminuir o seu consumo, como a proibição de fumar em locais públicos fechados. As estatísticas dizem que o consumo de tabaco pela população mais jovem está a cair vertiginosamente nos países desenvolvidos.

- MORTES DE TRÂNSITO

Não é sequer uma doença, por isso nunca poderá ser chamada de epidemia. É algo para o qual os governos ocidentais têm olhado ao longo dos anos, impondo diversas medidas de segurança nos veículos e aumentando as punições para quem conduz irresponsavelmente.

Daniel Simões disse...

Grato pela sua colaboração.

No entanto, parece que não entendeu a alegoria que utilizei para o termo "epidemia". Epidemia á tudo o que está a dizimar a humanidade.

A violência é uma epidemia.
As drogas são uma epidemia.
A ignorância e o baixo nível de consciência propagado pelos midia são uma epidemia.
Os acidentes de carro são uma epidemia.

No entanto, a luta contra tais epidemias não interessam aos governos, que aliás, em determinados níveis, até incentivam. No entanto, gastam-se rios de dinheiro com campanhas do medo e de controle da opinião pública em coisas mínimas...

... e isto também é uma epidemia!!!

Anônimo disse...

Excelso, creio que não dá o devido valor ao que os governos fazem para combater aquilo a que chama de epidemias.

Existem inúmeros programas governamentais para combater a violência nos mais variados contextos. Desde a violência nas escolas até à violência no matrimónio. Existem um sem número de programas para auxiliar as vítimas destes tipos de violência.

Inúmeros países têm políticas duríssimas de combate às drogas. Com sofisticados meios de detecção de tráfico e duras punições para traficantes. Portugal é um caso especialmente interessante de sucesso no combate à droga. Praticamente já não existem novos casos de viciados em heroína por exemplo.

Em relação à ignorância, os números contradizem-no. Nunca os países ocidentais apostaram tanto na formação das pessoas. Nunca existiram tantos alunos nas universidades. Nunca se formaram tantos licenciados, mestres e doutores como nos dias que correm.

Em relação aos acidentes de carro, também não tem razão. Os estados fartam-se de gastar dinheiro em campanhas de sensibilização. Os exames de acesso à carta de condução são cada vez mais exigentes. As coimas por condução irresponsável são cada vez mais severa. Os métodos de detecção de infracções são cada vez mais sofisticados. E os carros têm de obedecer a regras de segurança cada vez mais apertadas. Não é por acaso que nos países desenvolvidos não consegue andar com carros indianos ou chineses. Esses carros não cumprem as normas de segurança que os governos ocidentais impõem.

Está a menosprezar em muito as acções que os governos ocidentais têm tomado nestas matérias nas últimas décadas.

Daniel Simões disse...

Boas palavras as suas. Só ainda não compreendo porque afirmando coisas tão sensatas ainda se mantém no anonimato.

No entanto, se por um lado existem dentro dos orgãos de poder os verdadeiros defensores e ativistas da evolução positivista da humanidade - com programas dignos de se louvarem como o cavalheiro louvou em seu comentário e os quais nos têm vindo a retirar das precárias condições em que a humanidade sempre viveu, sem esgotos, sem higiéne dentária, sem os conhecimentos básicos que salvam vidas - por outro lado existe um controle dos limites que tais programas abrangem.

E porquê?

Porque por trás do grande tráfico de drogas existem os grandes cabeças do poder, o que faz com que as investigações jamais alcancem os seus chefões máximos, o que representaria o descrédito das instituições governamentais e o caos social.

Porque quem controla as indústrias farmaceuticas e alimentares não quer que as doenças verdadeiramente acabem, como já tem vindo a ser demonstrado por imensos estudiosos, principalmente ligados à naturologia, como eu

http://naturologiamiga.blogspot.com/2011/04/cura-natural-do-cancrocancer-e-o.html

A doença é um negócio, as epidemias são um negócio, as campanhas do medo feitas com as epidemias são um negócio muito lucrativo. Exemplo disto dou-lhe a dengue, uma doença que mata milhares de pessoas no Brasil todos os anos e que afeta muitos outros de milhares, a qual para ser curada, basta beber um chá duma planta chamada cravo-da-vitória. A industria farmaceutica sabe disto, mas não divulga, por causa do paracetamol. E o povo acredita que a industria farmaceutica é uma beneficente que pesquisa vacinas para acabar com a doença. O cancer é outro exemplo e se o senhor procurar no meu blogue vai encontrar o caso do impedimento da industria farmaceutica para divulgar uma das curas eficazes em

http://naturologiamiga.blogspot.com/2010/08/gengibre-amargo-pode-ajudar-na-cura-do.html

Neste mesmo blogue eu explico como acabar com o cancer da mama somente com argila, mudança de dieta e alguns óleos vegetais.

Claro que existem programas de louvar os resultados, mas não podemos ser tão ingénuos assim, ou pelo menos, andar tão sem esclarecimento ao ponto de pensar que "eles" realmente se preocupam com o povo.

"Only I wanna say is
They don't realy care about us"

já cantava o Michael Jackson.

Anônimo disse...

Sabe como funciona a indústria farmacêutica? Funciona com base em provas. Com base em estudos científicos. Esses estudos avaliam de forma rigorosa aquilo que funciona e aquilo que não funciona.

É verdade que a indústria farmacêutica movimenta muito, dinheiro, mas acredite que o que eles queriam encontrar é curas "quase milagrosas" como as que descreve. O que estas empresas procuram é o lucro. Para o terem, apostam em melhorar a qualidade dos medicamentos que vendem, e baixar o custo de fabrico. Se esses tratamentos que sugere fossem realmente muito eficazes, pode ter a certeza que qualquer empresa da área já teria patenteado o processo de fabrico e já estaria a distribuir o tratamento. Isso era o sonho de qualquer empresa farmacêutica, medicamentos eficazes a um custo baixíssimo. Os lucros seriam fenomenais.

Dois exemplos do meio mais "alternativo": A homeopatia e a acupuntura. Nenhum estudo rigoroso até aos dias de hoje mostrou que a homeopatia é mais eficaz que um qualquer placebo. A consequência é que a homeopatia não é aceite como terapêutica pela comunidade médica. Já a acupuntura, que foi considerada charlatanice durante muitos anos, é hoje em dia medicina convencional. Porquê? Porque existem estudos rigorosos que demonstram que em ALGUMAS patologias (sobretudo músculo-esqueléticas), a acupuntura é um tratamento eficaz. A demora na aceitação da acupuntura, deve-se à sua promoção como um cura-tudo, o que é provado falso em inúmeros estudos rigorosos.

Em suma, o garante da eficácia da medicina moderna, não é o interesse financeiro das farmacêuticas, mas sim a existência de estudos rigorosos que comprovam a sua eficácia. Se tem realmente um tratamento fantástico para doenças sobre o cancro, sugiro-lhe que conduza um estudo rigoroso sobre o assunto, e o submeta a uma revista médica. Tal descoberta vale um prémio Nobel da medicina.

Daniel Simões disse...

Prezado continuado Anónimo,

não é segredo nenhum no meio dos naturólogos os processos eficazes de cura de cancro: se o se nhor se der ao trabalho de pesquisar nessa área vai descobrir curas de várias doenças gravíssimas só com as forças da natureza.
E claro que a indústria farmaceutica não quer divulgar tais procedimentos: as filosofias são opostas, contraditórias, mas para que o senhor entenda do que estou a falar tem de estudar naturologia, coisa que eu vi que ainda não fez. Investigue, procure saber na região onde mora se existe a naturologia implantada e compreenda. Não confundir com naturopatia, a qual, possui uma visão semelhante à alópatia.
E se argila e dietas alimentares dessem o prémio Nobel na cura do cancro, muitos naturólogos já teriam recebido.
Noutra oportunidade virei aqui fornecer-lhe informações mais detalhadas sobre os procedimentos e quais os autores (mestres naturólogos) que deve estudar para compeender, ok? Bem haja!

Anônimo disse...

Excelso, Muito obrigado pelas suas respostas.

Fica desde já a saber que sou muito exigente nas minhas fontes de informação. Por isso é que confio nos testes clínicos como os realizados nas indústrias médicas. Porque são rigorosos e científicos.

E pode ter a certeza que não existe uma "filosofia" vigente na industria farmacêutica. O único critério são mesmo os testes científicos. A prova é a acupuntura, que, apesar de na sua forma tradicional não ser compatível com o conhecimento que temos de organismo humano, faz parte das terapêuticas convencionais. Porquê? Porque passou nos testes científicos. Esse é o único critério que separa a medicina convencional da dita alternativa. Uma é testada e tem de apresentar resultados, a outra não é.

E a cura para o cancro dá direito a um prémio Nobel. O que impede os inúmeros naturólogos de receber esse prémio é não terem realizado os estudos científicos que provam que os seus remédios realmente funcionam. São estes testes que permitem perceber o que funciona e o que não funciona. São estes testes que permitem perceber o que funciona melhor e o que funciona pior. São estes testes que permitem perceber em que condições é que um tratamento funciona e em que condições é que não funciona. São estes testes que permitem perceber o que pode correr mal (efeitos secundários) no tratamento.

Não se esqueça que a aspirina não é mais do que a casca de salgueiro, depois de esta ter passado pelos testes clínicos. E a penicilina é o fungo Penicillium depois de ter passado nos testes clínicos. O ibuprofeno (um analgésico) é ácido propanoico (um derivado natural do açúcar) depois de ter passado pelos testes clínicos.

É isto que a indústria farmacêutica faz: 1)estudos para comprovar que um medicamento funciona; 2)patentear o processo de produção; 3)vender o medicamento ao público.

Se existir uma cura barata para alguma doença, pode ter a certeza que as farmacêuticas estão cheias de vontade de lhe deitar a mão. A primeira empresa a patentear o processo fica com direitos exclusivos sobre um medicamento que custa muito pouco a fabricar e que podem vender ao preço que quiserem (porque patentearam o processo). Como esse medicamento é muito mais eficaz que o das empresas concorrentes, toda a gente vai comprar este produto e portanto as vendas estão garantidas, mesmo a preços mais altos que a concorrência. Uma cura barata e eficaz é uma máquina de fazer dinheiro nesta indústria.