sábado, 6 de agosto de 2011

O CFR - Council on Foreigner Relations já se Manifesta: "Crescem os Receios de Uma Nova Crise Mundial"...

http://www.cfr.org/financial-crises/rising-fears-new-global-recession/p25599?cid=rss-fullfeed-rising_fears_of_new_global_rec-080511&utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+cfr_main+%28CFR.org+-+Main+Site+Feed%29

E qual é a surpresa quando sabemos que a crise precisa de ser mundial para que o caos geral se instaure e dele surja a síntese de um Governo Mundial? E parece que para acelerar a crise a NATO está a preparar a invasão da Síria, colocando o mundo à beira da 3ª Guerra Mundial, graças às alianças que esta tem com a Irão, a Rússia e a China.

7 comentários:

Fada do bosque disse...

Não acredite nessa história de Governo Mundial, tal facto é impossível. Apenas conseguirão uma ditadura, em todos os aspectos parecida com a estalinista, no Ocidente. Será isso que está a acontecer. A Europa já fechou as suas fronteiras aos refugiados da guerra no Norte de África. Isto está a ficar muito mau, Daniel...

Aldo Luiz disse...

Caro Daniel, a 3ª guerra mundial está em curso acelerado, avança sobre o mundo sua agenda o 4º REICH NAZI/SIONISTA ESCRAVAGISTA desarmando as senzalas para evitar as revoltas...Estamos todos vigiados, não há segredos na Internet, O SISTEMA É ESCRAVAGISTA, ALIENÍGENA , INUMANO E ANTROPOFÁGICO. Nunca desligue seu detector de mentiras. Ninguém virá nos salvar...
Nada, religião alguma, lei alguma, substituirá a responsabilidade 100% dos julgamentos, escolhas e decisões de cada um de nós.
Mantenha-se na vibração do amor, todos os espíritos, corações e mentes estão interconectados.
Só podemos escolher entre o medo catabólico e a gratidão anabólica ao amor incondicional.
A verdadeira maravilhosa revolução é intrapessoal e intransferível.
Desjo-lhe paz infinta agora e eternamente. Sou grato.

Daniel Simões disse...

Prezada Fada do Bosque,

um Governo Mundial é muito difícil ser estabelecido devido à quantidade de interesses existentes, mas não é impossível. Até as forças mais obscuras sabem que a união faz a força. Calcula-se que - não acontecendo nada contra - a população mundial atinja os 9 bilhões em 2050: se os governos mundiais não se unirem num governo global centralizado de sistema de controle tecnológico absoluto, o perigo de insurgências populares que colocam em causa os poderes seculares torna-se eminentes. Com isto, são cada vez mais os membros da elite que defendem a centralização de poderes. No entanto, como muitos sabem, um dos objectivos é a despopulação mundial, o que facilitará a instauração de tal sistema governativo.

Prezado Aldo Luiz,

o único caminho que verdadeiramente importa é o caminho espiritual que cada um pratica. As vibrações mediáticas das sociedades contemporâneas são provas que fortalecem e esclarecem aqueles que buscam a Sabedoria do Coração. Bem haja!

Fada do bosque disse...

Acredito em tudo isso sim e resta-me a esperança que no futuro esses que nos armaram a cilada, se matem uns aos outros pela s~ede de poder!
Claro que a Fé é o agente mobilizador para a sobrevivencia, mas há mais passos a dar para que os humanos consigam sobreviver. Aconselho vivamente a ver o filme que está neste site, até ao fim, pois o colapso está eminente e em contagem decrescente. Ter calma, saír das cidades, arranjar terra e sementes e estar em grupo é essencial. Veja o filme... deveria ser divulgado por muitos. Trata-se da sobrevvência da nossa espécie... aqui vai o link. Não desista por ser longo, é essencial.
Um abraço para si.

http://www.alterinfo.net/Collapse-L-Effondrement-En-route-vers-les-10-commandements-des-Georgia-Guidestones_a61992.html

Anônimo disse...

O texto que linkou não fala em lado nenhum no estabelecimento de nenhum governo mundial. Também não fala da Síria e de qualquer putativa intervenção da NATO neste país.

É preciso não esquecer que a existir uma intervenção militar na Síria, esta seria provavelmente sob um mandato da ONU (como aconteceu na Líbia). Sendo a Rússia e China aliadas da Síria (desconhecia que a China era aliada da Síria) e membros do conselho de segurança da ONU, têm o poder de vetar qualquer resolução da ONU, pelo que a intervenção na Síria é altamente improvável sem o apoio destes dois países.

Daniel Simões disse...

Prezado anónimo,

claro que o texto do link não fala de governo mundial. Referi isso por conexão lógica de entendimento: a crise mundial intencional tem como objectivo instaurar um governo mundial... o "como" é algo complexo demais que o próprio anónimo precisa estudar. Este blogue possui imensas referências e palavras-chave que pode utilizar para compreender.

Também não fala na Síria, claro: foi uma extensão temática que ergui como seguimento de uma processo lógico que tenho vindo a apresentar neste blogue desde há algum tempo.

E não se pode dizer que a China é aliada de alguém, quando segue somente interesses económicos, políticos e militares muito próprios. Já a Rússia, apesar de (pelos motivos) ser aliada do Irã, Síria, etc., não possui assim tanta força na ONU, visto que já várias iniciativas militares foram tomadas por parte dos EUA contra a vontade destes poderes. Aliás, várias acções militares no Médio Oriente por parte das potências ocidentais forma contra os votos da Rússia e da China.

Anônimo disse...

Excelso Daniel Simões,

Repare que foge à pergunta de como é que este texto demonstra a emergência de um governo mundial, ou de como a Síria encaixa neste plano.

Posso estar a fazer confusão, mas tinha ideia que a China tinha um programa de cooperação militar com o Irão.

Em relação à intervenção Russa e Chinesa, a única guerra recente dos EUA não aprovada pelo conselho de segurança foi a invasão do Iraque (e mesmo essa, há quem defenda que é aprovada por resoluções anteriores do conselho de segurança, vide:http://en.wikipedia.org/wiki/Legality_of_the_Iraq_War#Resolutions_related_to_First_Persian_Gulf_War_and_also_the_2003_Invasion). Todas as outras foram aprovadas pelo conselho de segurança, onde, pasme-se, a Rússia fez um finca-pé. Porque é que acha que a intervenção na Líbia demorou mais de um mês? Porque os diplomatas franceses demoraram esse tempo todo a escrever uma resolução que não fosse vetada pela Rússia.