terça-feira, 17 de julho de 2012

FMI entrega 1,48 mil milhões e anima Lisboa a cumprir défice de 4,5 por cento


Entrega??? Empresta........... e quem vai pagar? E com que juros? 
Não é preciso ser um génio económico para compreender que, se quem deve (Portugal - e deve muito, mas muito mesmo! ) recebe mais dinheiro emprestado, isto só faz a megalítica dívida já existente aumentar, aumentando também as impossibilidades de acabar com a mesma.
É lógica simples!
E se tanto dinheiro é injectado na economia portugesa porque é que os bolsos do povo continuam cada vez mais vazios? Porque o sistema favorece uma gang internacional que compactua com ideologias globalistas (isto é meio subjectivo, eu sei. Para mais detalhes investigar neste blogue  as palavras-chave: CFR,  Bilderberg,economia, totalitarismo, globalização, imperialismo, tirania).
Isto nada mais é do que a continuação das falácias de um plano económico de completa destruturação do sistema europeu, nação após nação!
Dividir para conquistar... e quando parece que os europeus estão a unir-se contra as austeridades, é preciso ter em conta que, quem elabora todo este plano, está anos à frente do presente - em política nada acontece por acaso - predizendo as convulsões sociais que estão-se a erguer e sabendo muito bem para onde conduzir todo este movimento social: para a imposição de medidas de controle tecnológico absoluto, justificadas pela onda de violência de tais manisfetações populares (maior parte das vezes criadas por agentes infiltrados nas próprias manifestações), seguidas de prisões em massa (onde colocar tanta gente?) até chegar à tirania absoluta.
FMI entrega dinheiro a Portugal??? Compra Portugal, isso sim!

"São mais 1,48 mil milhões de euros a entregar a Portugal no âmbito do programa de ajuda externa negociado com a troika (FMI – Fundo Monetário Internacional, BCE – Banco Central Europeu e Comissão Europeia), um pacote total de 78 mil milhões de euros, para o qual o FMI contribui com 29,7 mil milhões."
http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=571298&tm=6&layout=121&visual=49

2 comentários:

Anônimo disse...

"Entrega??? Empresta........... e quem vai pagar? E com que juros?"

Tem razão quando diz que é um empréstimo. Quando se fala em entrega é por entregar parte do valor acordado para empréstimo (parte dos 78 mil milhões). O empréstimo já foi contraído, mas só é entregue às prestações. É um abuso de linguagem, mas não é malicioso.

Quem paga o empréstimo é naturalmente quem o contrai: o Estado Português (e indirectamente o Povo Português).

Os juros praticados pelo empréstimo da Troika (FMI+Fundos Europeus) são inferiores aos juros praticados pelo mercado (cerca de 3.5%, enquanto que o mercado está acima dos 7%), e é nisso que consiste a "ajuda".

"Não é preciso ser um génio económico para compreender que, se quem deve (Portugal - e deve muito, mas muito mesmo! ) recebe mais dinheiro emprestado, isto só faz a megalítica dívida já existente aumentar, aumentando também as impossibilidades de acabar com a mesma."

Isto não é necessariamente verdade. É preciso perceber que os estados contraem empréstimos por dois motivos: 1) para pagar os empréstimos que irão vencer; 2) para financiar défices.

A situação 1) não é de todo preocupante. Se um estado tem de pagar um empréstimo de um milhão euros amanhã, contrai hoje um empréstimo de um milhão de euros e usa esse dinheiro para pagar o empréstimo que vence amanhã. Ontem o estado devia 1 milhão de euros, amanhã continuará a dever 1 milhão de euros. A dívida não aumenta. A situação está controlada. A vida continua como sempre.

A situação 2) é que pode ser complicada. Se um estado gasta mais dinheiro do que aquele que recebe em impostos, esse dinheiro tem de vir de algum lado. Ou se imprime mais moeda, o que leva à inflação, ou contrai dívida. Esta dívida é perigosa, porque enquanto o país estiver a gastar mais do que ganha, o valor em dívida vai aumentar, até atingir níveis insuportáveis.

Infelizmente, Portugal encontra-se na situação 2). Há mais de 10 anos que o país (e o estado) têm gasto mais dinheiro do que o que recebe, o que levou a sucessivos aumentos dos níveis de endividamento. Até ao ponto em que a dívida se tornou insustentável, e o país necessitou da "ajuda" do FMI.

Daniel Simões disse...

Grato pela clareza!